Maio162009
15:18:46
15:18:46
Para o "senhor"
Aconteceu uma coisa, fantástica, eu a grande criticadora da minha vida e vida alheia fui criticada por outra pessoa… não digo arrasada pk tenho certamente argumentos para rebater o k me foi dito; mas vejamos:
Vem uma pessoa criticar-me, que não me conhece bem (logo por ai podemos supor que não tem conhecimento de causa nenhuma); em segundo lugar teve tanta coragem de avançar com o comentário que não se identificou (eu ñ ia retaliar certamente desta forma, o comentário foi interessante- encontra-se no post “gajas nuas e pernas azuis”).
Um aspecto importante que devo mencionar, é que eu ando sempre a auto-criticar-me, só não o faço mais vezes (ou pelo menos todas que me apetece) porque não preciso andar a mandar um ar de coitadinha, faz me logo lembrar aquelas gajas fúteis que precisam de estar a dizer k são más para receber elogios…
Depois, relativamente ao ir longe… essa é que não dá com nada!! Se não me conhecem, como é que podem supor as minhas capacidades de sucesso ou não?
A minha vida não se resume a um blog onde escrevo o que me dá na real gana sempre que me apetecer! Nem ás frustrações com o meu ex, nem por ser a gaja mais feia do mundo… basicamente escrevo, porque todos nós pensamos nessas coisas, mas raramente temos coragem de andar a exteriorizar pensamentos que são “feios” do ponto de vista social…
E agora sim, posso olhar para mim: vejamos, tenho sucesso em termos académicos, amigos verdadeiros não me faltam, com os rapazes também não me dou mal…e de resto, de que me posso queixar?? Se calhar a minha vida é quase tão boa, que só posso mesmo estar a reparar nos outros;) e ser mazinha… ou não???
Quantas vezes temos que controlar um pensamento ou uma ideia que nos vem á cabeça só para não ofender ninguém? Ou que nos comportamos de determinada maneira para agradar alguém?? Isso é uma treta, estamos a castrar um impulso naquele momento, mais tarde ou mais cedo, as pessoas vão ver o que realmente somos;)
Este post é uma caquisse pegada e quebra toda a linha de raciocínio dos meus texto cuja “bota não bate coma perdigota”… mas agradeço ao”senhor” que tão gentilmente veio demonstrar a sua opinião, e era giro se desses a cara;)
Carolina
Vem uma pessoa criticar-me, que não me conhece bem (logo por ai podemos supor que não tem conhecimento de causa nenhuma); em segundo lugar teve tanta coragem de avançar com o comentário que não se identificou (eu ñ ia retaliar certamente desta forma, o comentário foi interessante- encontra-se no post “gajas nuas e pernas azuis”).
Um aspecto importante que devo mencionar, é que eu ando sempre a auto-criticar-me, só não o faço mais vezes (ou pelo menos todas que me apetece) porque não preciso andar a mandar um ar de coitadinha, faz me logo lembrar aquelas gajas fúteis que precisam de estar a dizer k são más para receber elogios…
Depois, relativamente ao ir longe… essa é que não dá com nada!! Se não me conhecem, como é que podem supor as minhas capacidades de sucesso ou não?
A minha vida não se resume a um blog onde escrevo o que me dá na real gana sempre que me apetecer! Nem ás frustrações com o meu ex, nem por ser a gaja mais feia do mundo… basicamente escrevo, porque todos nós pensamos nessas coisas, mas raramente temos coragem de andar a exteriorizar pensamentos que são “feios” do ponto de vista social…
E agora sim, posso olhar para mim: vejamos, tenho sucesso em termos académicos, amigos verdadeiros não me faltam, com os rapazes também não me dou mal…e de resto, de que me posso queixar?? Se calhar a minha vida é quase tão boa, que só posso mesmo estar a reparar nos outros;) e ser mazinha… ou não???
Quantas vezes temos que controlar um pensamento ou uma ideia que nos vem á cabeça só para não ofender ninguém? Ou que nos comportamos de determinada maneira para agradar alguém?? Isso é uma treta, estamos a castrar um impulso naquele momento, mais tarde ou mais cedo, as pessoas vão ver o que realmente somos;)
Este post é uma caquisse pegada e quebra toda a linha de raciocínio dos meus texto cuja “bota não bate coma perdigota”… mas agradeço ao”senhor” que tão gentilmente veio demonstrar a sua opinião, e era giro se desses a cara;)
Carolina
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