Maio222009
15:01:55
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Anti-amor... pró-ciência
O segredo da alma é que ela pura e simplesmente não existe (que chatice, ora bolas, vem agora a igreja excomungar-me!). Vamos lá todos ficar tristes e deprimidos… e resumir tudo a processos mentais, química cerebral, processos biológicos e biologias (não há por lá nada de transcendente) e sendo assim, é também a isto que se resume o amor e a paixão (ohhhhhh que pena, afinal a Margarida Rebelo Pinto, para além de escrever livros da treta escreve sobre uma treta).
Não há por ai almas gémeas, nem príncipe perfeito (ou princesa) á nossa espera (pior… mais um bocado e há quem chore). É só porque temos que alimentar a nossa existência egocêntrica e então, (pois, então!!!) inventamos pequenas fabulações, para nos alimentar e não andar por ai infeliz numa agonia que só vista.
Para verem como tudo se resume a processos cerebrais, descobri uma coisa de grande interesse ) ( graças a Dra. Donatella Marazziti, psiquiatra da Universidade de Pisa) acredita-se que pessoas "doentes de amor" estejam realmente doentes: sofrem de um distúrbio obsessivo-compulsivo. Provou-se que as paixões e psicoses partilham alguns aspectos "ambos os estados se associam a baixos níveis cerebrais de serotonina, uma substância química fabricada pelo corpo que nos ajuda a lidar com situações stressantes" (lá se foi a ideia do amor eterno)
Refere ainda que as bebidas alcoólicas também diminuem os níveis de serotonina no cérebro, criando a ilusão de que uma pessoa que apanhamos pela queima é o amor da nossa vida (menos o careca reprimido sexual que eu conheci por lá). Este é um efeito que eu própria já comprovei bastantes vezes, com a pequena vantagem de ter ainda distorções visuais e acabar, eventualmente, com coisas que quem me conhece sabe!
Quanto ao amor, desenganem-se os enganados!!! A dopamina, feniletilamina e ocitocina são os responsáveis, e não o teu sorriso ou inteligência, encontram-se nos ditos “apaixonados” com níveis mais elevados, do que os não apaixonados.
Depois, se eventualmente caíres nesta artimanha química, tens, basicamente, um período de 18 a 30 meses em que te separas ou te habituas ao “tal”, queres coisa pior?? Habituar… habituas te ao sinal que tens na testa, não é ao suposto amor da tua vida!!!
Os homens como eu tão bem posso comprovar e concordar com a tal pesquisadora, apaixonam-se com mais facilidade (oh que peninha, afinal cada vez que me dizes que por mim é diferente e especial, á precisamente um ou 2 a dizerem a mesma coisa)E mais vos digo a da feniletilamina e a responsável em grande parte, pelas sensações e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonado, a inconstância, a exaltação, a euforia, e a falta de sono e de apetite associam-se a altos níveis de dopamina e norepinefrina, estimulantes naturais do cérebro.
Temos pena… afinal não tem mesmo nada a ver com a inteligência e simpatia e personalidade da outra pessoa (nesta pequena batalha não interessa muito ser bonito por dentro) coisa reles!!! Lá vou eu ser enxovalhada…
Obvio que um destes dia me apaixono, e não vou estar a pensar que tudo tem a ver com estes processos, se não nunca na vida tinha andado com os meus namorados (porque esses sem duvida que não deviam agradecer ao senhor pelo condão da beleza. Depois disto tudo, ainda tenho que perguntar??
Porque raio havemos nós de sofrer quando nos metemos numa relação se tudo se resume a isto?? É obvio que ninguém quer ser deixado, trocado ou abandonado (mais ainda por alguém mais feio)… mas bolas temos ate aos 40, para desencalhar e depois por exclusão de partes numa espécie de jogo das cadeiras lá arranjamos alguém para nos fazer um filho;)
*Carolina
Não há por ai almas gémeas, nem príncipe perfeito (ou princesa) á nossa espera (pior… mais um bocado e há quem chore). É só porque temos que alimentar a nossa existência egocêntrica e então, (pois, então!!!) inventamos pequenas fabulações, para nos alimentar e não andar por ai infeliz numa agonia que só vista.
Para verem como tudo se resume a processos cerebrais, descobri uma coisa de grande interesse ) ( graças a Dra. Donatella Marazziti, psiquiatra da Universidade de Pisa) acredita-se que pessoas "doentes de amor" estejam realmente doentes: sofrem de um distúrbio obsessivo-compulsivo. Provou-se que as paixões e psicoses partilham alguns aspectos "ambos os estados se associam a baixos níveis cerebrais de serotonina, uma substância química fabricada pelo corpo que nos ajuda a lidar com situações stressantes" (lá se foi a ideia do amor eterno)
Refere ainda que as bebidas alcoólicas também diminuem os níveis de serotonina no cérebro, criando a ilusão de que uma pessoa que apanhamos pela queima é o amor da nossa vida (menos o careca reprimido sexual que eu conheci por lá). Este é um efeito que eu própria já comprovei bastantes vezes, com a pequena vantagem de ter ainda distorções visuais e acabar, eventualmente, com coisas que quem me conhece sabe!
Quanto ao amor, desenganem-se os enganados!!! A dopamina, feniletilamina e ocitocina são os responsáveis, e não o teu sorriso ou inteligência, encontram-se nos ditos “apaixonados” com níveis mais elevados, do que os não apaixonados.
Depois, se eventualmente caíres nesta artimanha química, tens, basicamente, um período de 18 a 30 meses em que te separas ou te habituas ao “tal”, queres coisa pior?? Habituar… habituas te ao sinal que tens na testa, não é ao suposto amor da tua vida!!!
Os homens como eu tão bem posso comprovar e concordar com a tal pesquisadora, apaixonam-se com mais facilidade (oh que peninha, afinal cada vez que me dizes que por mim é diferente e especial, á precisamente um ou 2 a dizerem a mesma coisa)E mais vos digo a da feniletilamina e a responsável em grande parte, pelas sensações e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonado, a inconstância, a exaltação, a euforia, e a falta de sono e de apetite associam-se a altos níveis de dopamina e norepinefrina, estimulantes naturais do cérebro.
Temos pena… afinal não tem mesmo nada a ver com a inteligência e simpatia e personalidade da outra pessoa (nesta pequena batalha não interessa muito ser bonito por dentro) coisa reles!!! Lá vou eu ser enxovalhada…
Obvio que um destes dia me apaixono, e não vou estar a pensar que tudo tem a ver com estes processos, se não nunca na vida tinha andado com os meus namorados (porque esses sem duvida que não deviam agradecer ao senhor pelo condão da beleza. Depois disto tudo, ainda tenho que perguntar??
Porque raio havemos nós de sofrer quando nos metemos numa relação se tudo se resume a isto?? É obvio que ninguém quer ser deixado, trocado ou abandonado (mais ainda por alguém mais feio)… mas bolas temos ate aos 40, para desencalhar e depois por exclusão de partes numa espécie de jogo das cadeiras lá arranjamos alguém para nos fazer um filho;)
*Carolina
Sindicação
Conclusão: tudo tem um ciclo...seja a vida...um produto...uma empresa..como alguém dizia nada se cria mas tudo se transforma...é o carácter impermanente das coisas...que não agrada muito aos conservadores mas é real...depois é um \\\"prazer\\\" ou nãol, fica ao critério de cada um ver, a realidade como ela é...compreendendo ou tentando compreender as suas variáveis...ou criar a sua própia realidade que é o que faz a generalidade das pessoas....é o efeito MATRIX :).
Jinho Carol